“... Benjamin toma de Baudelaire a “fervilhante cidade, cidade cheia de sonhos”, “onde espectros em plena luz do dia capturam o passante” . As passagens, como emblema da modernidade, são o espaço da multidão alucinatória; os rostos são abstratos, padronizados como as mercadorias que se multiplicam sem limite, e o lugar dos sonhos solitários é a um só tempo presença aguda do real ( a materialidade palpável das coisas, das mercadorias) e perda da realidade. A metrópole é lugar absoluto onde se anulam todas as fronteira. Interior e exterior, o próximo e o distante se enlaçam em uma cooperação imaginária.” Olgária Matos   

O vídeo "Passante" foi exposto no AT | AL | 609 Lugar de Investigações Artísticas, Campinas SP, em julho de 2014. 

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